Últimas
DSIC entrega navio de GNL de próxima geração SEA ENERGYDutra recebe contrato de dragagem de US$ 28,2 milhões para o Porto de CharlestonTCP recebe primeiro navio de 366 metros de comprimento do anoVLI elimina barreira operacional e amplia acesso do agronegócio à ferroviaLufthansa Cargo registra resultados mais fortes no primeiro semestreÍndia condena afundamento de navio de carga no Mar VermelhoLog-In expande operações no Nordeste com nova unidade em Salvador e serviço expresso via AmazonasPortCastelló investe em equipamentos de balizamento com GPS integradoFedEx nomeia Marcus Balzereit como Presidente da FedEx LogisticsAumento das tarifas de frete para envios de petróleo Urals da Rússia para a ÍndiaIndústria de Óleo Planeja Biocombustível para 50% da Frota até 2027Rutas alternativas para exportação de grãos da Ucrânia terão máxima operação em agosto de 2026DSIC entrega navio de GNL de próxima geração SEA ENERGYDutra recebe contrato de dragagem de US$ 28,2 milhões para o Porto de CharlestonTCP recebe primeiro navio de 366 metros de comprimento do anoVLI elimina barreira operacional e amplia acesso do agronegócio à ferroviaLufthansa Cargo registra resultados mais fortes no primeiro semestreÍndia condena afundamento de navio de carga no Mar VermelhoLog-In expande operações no Nordeste com nova unidade em Salvador e serviço expresso via AmazonasPortCastelló investe em equipamentos de balizamento com GPS integradoFedEx nomeia Marcus Balzereit como Presidente da FedEx LogisticsAumento das tarifas de frete para envios de petróleo Urals da Rússia para a ÍndiaIndústria de Óleo Planeja Biocombustível para 50% da Frota até 2027Rutas alternativas para exportação de grãos da Ucrânia terão máxima operação em agosto de 2026
Portos e Terminais

Atraso no Tecon Santos 10 pode gerar gargalos no maior porto do Brasil

Terminal de R$ 6,45 bilhões, que poderia ampliar em até 50% a capacidade de contêineres de Santos, fica para 2027 enquanto movimentação bate recordes

31 de julho de 2026, 14:20·Brasil
O Tecon Santos 10, um terminal com investimento de R$ 6,45 bilhões, é uma das principais promessas de expansão da capacidade de movimentação de contêineres no Porto de Santos, o maior do Brasil. No entanto, a conclusão das obras foi adiada para 2027, o que levanta preocupações sobre a capacidade do porto em atender à crescente demanda por movimentação de cargas. Com a movimentação de contêineres em Santos alcançando recordes, a falta de infraestrutura adequada pode resultar em gargalos operacionais que impactarão não apenas os operadores portuários, mas também toda a cadeia de suprimentos do país. O Porto de Santos é crucial para o comércio exterior brasileiro, sendo responsável por uma significativa parcela das exportações e importações do país. O aumento na movimentação de contêineres, que já está em níveis recordes, exige uma infraestrutura que acompanhe esse crescimento. A ampliação da capacidade do Tecon Santos 10 era vista como uma solução para mitigar os riscos de congestionamento e atrasos nas operações, especialmente em um cenário onde a demanda por importação e exportação continua a crescer. Os desafios enfrentados pelo porto não se limitam apenas à capacidade de movimentação. A logística de transporte rodoviário e ferroviário que alimenta o porto também precisa ser considerada. Com o aumento dos volumes de carga, a eficiência nas operações de transporte terrestre se torna ainda mais crítica. A falta de um terminal em operação pode levar a um aumento nos custos de transporte e a ineficiências que afetam toda a cadeia de suprimentos. Além disso, o atraso na entrega do Tecon Santos 10 pode ter repercussões econômicas mais amplas. O congestionamento no porto pode resultar em atrasos nas entregas, o que pode afetar a competitividade das empresas brasileiras no mercado global. Com o aumento dos custos logísticos, as empresas podem ser forçadas a repassar esses custos aos consumidores, impactando a economia como um todo. Com a previsão de que o Tecon Santos 10 só comece a operar em 2027, é fundamental que as autoridades portuárias e os operadores logísticos comecem a planejar estratégias para lidar com os gargalos que podem surgir nos próximos anos. Isso inclui a implementação de tecnologias que possam otimizar as operações portuárias e a melhoria da infraestrutura de transporte que conecta o porto a outras regiões do Brasil. A colaboração entre o setor público e privado será essencial para garantir que o Porto de Santos continue a ser um facilitador do comércio exterior brasileiro, evitando que se torne um ponto de estrangulamento na cadeia de suprimentos.

Resumo baseado em notícia publicada originalmente por Transporte Moderno.

Ler matéria original em Transporte Moderno
#Cadeia de Suprimentos#Movimentação de Cargas#logística portuária#Porto de Santos#Tecon Santos 10

Leia também