Navio Ro-Ro DFDS Primula Seaways encalha no porto de Terneuzen
TERNEUZEN – O navio Ro-Ro Primula Seaways encalhou na Westbuitenhaven. Três rebocadores estão no local para ajudar na remoção da embarcação.
07 de agosto de 2026, 10:33·Holanda

Na uma manhã complicada no porto de Terneuzen, o navio Ro-Ro Primula Seaways, de 231 metros de comprimento e 28 metros de largura, encalhou na Westbuitenhaven. O incidente ocorreu quando o navio, que estava em rota de transporte de cargas da Escandinávia, ficou preso com a proa contra a margem do porto. A situação gerou preocupação entre os operadores portuários e a equipe da DFDS, que opera o navio, uma vez que a segurança da carga e a integridade da embarcação são prioritárias em casos como este.
Três rebocadores foram mobilizados rapidamente para a área, a fim de auxiliar na remoção do navio encalhado. A presença de embarcações de apoio é uma prática comum em situações de encalhe, pois elas podem ajudar a liberar o navio e garantir que ele retorne à sua rota sem danos adicionais. No entanto, até o momento, não há informações sobre possíveis danos ao Primula Seaways, o que é um alívio para a DFDS e para os operadores do porto, que temem que danos estruturais possam levar a atrasos significativos nas operações de carga e descarga.
O Primula Seaways é um navio de carga roll-on/roll-off (Ro-Ro), projetado para transportar veículos e cargas que podem ser carregadas e descarregadas através de rampas. Este tipo de navio é essencial para o comércio marítimo, especialmente nas rotas que conectam a Escandinávia ao continente europeu, já que facilita o transporte de mercadorias de forma eficiente. O incidente no porto de Terneuzen destaca a importância de uma navegação segura e a necessidade de protocolos de emergência bem estabelecidos para lidar com situações imprevistas.
Com a operação de remoção em andamento, as autoridades portuárias estão monitorando a situação de perto. A expectativa é que, uma vez que o navio seja liberado, ele possa continuar sua rota sem grandes atrasos. Entretanto, os impactos logísticos do encalhe podem se estender, dependendo do tempo que levará para liberar a embarcação e se a carga a bordo foi afetada. Além disso, a operação pode influenciar outras atividades no porto, uma vez que o espaço ocupado pelo navio encalhado pode limitar a movimentação de outras embarcações.
Os próximos passos incluem uma avaliação detalhada do navio e da carga, além de uma investigação sobre as causas do encalhe. Dependendo dos resultados, podem ser implementadas medidas adicionais para evitar que incidentes semelhantes ocorram no futuro. O caso do Primula Seaways serve como um lembrete da complexidade das operações portuárias e da importância de uma gestão eficaz da logística marítima, especialmente em áreas com tráfego intenso.
Resumo baseado em notícia publicada originalmente por Transport Online.
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